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Apresentação da Camerata de Vozes e missa marcam a festa dos 57 anos de emancipação política de Guamaré

publicado: 06/05/2019 15h46,
última modificação: 06/05/2019 15h46
IMAGEM: JOSIVAN DANTAS

IMAGEM: JOSIVAN DANTAS

Internacionalmente reconhecida pela sua qualidade musical, a Camerata de Vozes do Rio Grande do Norte se apresentou pela primeira vez em Guamaré, neste domingo, 5, antes da missa solene em ação de graças pelos 57 anos de emancipação do município, celebrada pelo Padre Gilvan Bezerra da Silva, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.

Aplaudido de pé pelos fieis que lotavam a igreja, o grupo fez sua apresentação sob a regência do Monsenhor Pedro Ferreira, que na ocasião recebeu uma Menção Honrosa de Agradecimento das mãos do prefeito Adriano Diógenes. Presidente da Fundação José Augusto, Crispiniano Neto prestigiou a apresentação do coral de vozes.

IMAGENS: RAFAEL GALVÃO

A missa foi marcada também pela presença dos secretários e assessores da gestão municipal, vereadores, funcionários públicos e a comunidade católica do município. Aniversariante na data, Padre Gilvan Bezerra recebeu homenagem do município e retribuiu com uma placa entregue ao prefeito Adriano Diógenes.

A Filarmônica de Guamaré também deu um brilho a mais à missa solene, executando inicialmente o hino do município e finalizando a sua apresentação com os parabéns para o administrador paroquial, padre Gilvan Bezerra. Nesta segunda-feira, 6, um culto em ação de graças pelo aniversário da cidade, está programado para acontecer às 19h, na Orla da Praia de Aratuá.

IMAGEM: JOSIVAN DANTAS

Emancipação

As terras de Guamaré já pertenceram ao Município de Açu, passando para Angicos em 1833, de quem foi Distrito da Paz em 1834. Em 1847, incluiu-se no território de Macau, onde permaneceu mesmo quando houve a restauração de Angicos, em 1850. Passou a Distrito de Paz de Macau, em agosto de 1873.

Em 07 de maio de 1962, a tão sonhada Emancipação de Guamaré, tornou-se realidade quando foi desmembrada de Macau, elevando à pequena comunidade, na época, a condição de Município do Rio Grande do Norte.